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Dados Técnicos:
Título original: The Old Guard
Diretor: Gina Prince-Bythewood
País: EUA
Ano: 2020
Classificação: M/16
Classificação: M/16
Género: Crime, Mistério, Ficção Científica
Elenco: Charlize Theron, KiKi Layne, Matthias Schoenaerts, Marwan Kenzari, Luca Marinelli, Chiwetel Ejiofor, Harry Melling
IMDb: https://www.imdb.com/title/tt7556122/
Guerreiros antigos, que vivem nas sombras e lutam pelo bem. Mas nada dura para sempre... Nem mesmo a imortalidade (Fonte: Netflix).
A imortalidade é um tema que tem cativado escritores, realizadores, guionistas e o comum dos mortais ao longo dos tempos, mas ser imortal é assim tão glamorouso como parece? Quer dizer, quem não gostava de viver para sempre? De não ter que se preocupar com doenças, acidentes e, principalmente, com o envelhecimento? A ideia da morte é já de si uma ideia assustadora, o fim da nossa existência... É pegando nesta premissa que Greg Rucka escreve e Leandro Fernández ilustra uma banda desenhada (HQ) a que nomearam The Old Guard. Acontece que a Netflix decidiu adaptar esta obra e para a protagonizar escolheu a diva Charlize Theron.
Se a premissa deste filme não fosse já de si muito interessante, Charlize Theron foi todo o argumento que precisei para colocar The Old Guard na minha lista de filmes para assistir na Netflix. Já sigo a carreira desta atriz à algum tempo e admiro imenso o seu talento e a sua versatilidade para protagonizar um drama com tanto carisma, quanto um filme de ação.
O grupo de quatro imortais (mais tarde cinco) que são retratados neste filme não são super-heróis no sentido original do termo, mas sim um grupo de mercenários, já com séculos de experiência, que trabalham para o bem da humanidade, mudando de lado consoante as suas crenças do que é melhor para nós. Eles não têm superpoderes, apenas a impossibilidade da morte, já que simplesmente se regeneram imediatamente de todo e qualquer ferimento, mas atenção, eles podem perder essa capacidade do nada.
A líder deste pequeno exército de imortais, Andrómeda, tem a difícil tarefa de manter o grupo unido ao mesmo tempo em que tenta manter a fé no futuro da Humanidade, mas após serem emboscados pelo homem que os contratou, ela está prestes a desistir, até que surge mais uma imortal, Nile, uma jovem soldado do exército dos Estados Unidos da América. É necessário ajudar Nile a lidar a com a sua nova condição ao mesmo tempo em que o grupo tem de lidar com um inimigo que os quer capturar a todos e usá-los em bizarras experiências científicas para descobrir o segredo da imortalidade.
The Old Guard é mais um filme original da Netflix que tem tudo para dar origem a, pelo menos, uma trilogia que nos conte a história de Andy e do seu grupo, até porque o final deixou um excelente gancho para o próximo filme.
Um dos pontos mais interessantes deste filme é que foi protagonizado por duas mulheres o que é bastante raro em obras deste género. Sendo a personagem de Andy (Charlize Theron) devidamente explorada ao longo de quase três horas de filme, o que talvez tenha retirado alguma da ação imparável que muitos esperavam assistir neste filme, mas que criou toda uma envolvência crucial para sentirmos a devida empatia por uma personagem tão complexa quanto poderosa.
As cenas de luta protagonizadas por Charlize Theron estão soberbas e devem encher os olhos de qualquer apreciador do género. Como costumo dizer, esta bela atriz consegue fazer de modo inigualável qualquer coisa que se proponha a fazer!
O melhor: A diva Charlize Theron é tudo quanto baste para fazer este filme valer a pena.
O menos bom: Talvez não tenha tido tanta ação quanto a desejada, mas mesmo assim todas as suas cenas de ação estavam excelentes.
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A diva Charlize Theron. |
A imortalidade é um tema que tem cativado escritores, realizadores, guionistas e o comum dos mortais ao longo dos tempos, mas ser imortal é assim tão glamorouso como parece? Quer dizer, quem não gostava de viver para sempre? De não ter que se preocupar com doenças, acidentes e, principalmente, com o envelhecimento? A ideia da morte é já de si uma ideia assustadora, o fim da nossa existência... É pegando nesta premissa que Greg Rucka escreve e Leandro Fernández ilustra uma banda desenhada (HQ) a que nomearam The Old Guard. Acontece que a Netflix decidiu adaptar esta obra e para a protagonizar escolheu a diva Charlize Theron.
Se a premissa deste filme não fosse já de si muito interessante, Charlize Theron foi todo o argumento que precisei para colocar The Old Guard na minha lista de filmes para assistir na Netflix. Já sigo a carreira desta atriz à algum tempo e admiro imenso o seu talento e a sua versatilidade para protagonizar um drama com tanto carisma, quanto um filme de ação.
O grupo de quatro imortais (mais tarde cinco) que são retratados neste filme não são super-heróis no sentido original do termo, mas sim um grupo de mercenários, já com séculos de experiência, que trabalham para o bem da humanidade, mudando de lado consoante as suas crenças do que é melhor para nós. Eles não têm superpoderes, apenas a impossibilidade da morte, já que simplesmente se regeneram imediatamente de todo e qualquer ferimento, mas atenção, eles podem perder essa capacidade do nada.
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O grupo de imortais... |
A líder deste pequeno exército de imortais, Andrómeda, tem a difícil tarefa de manter o grupo unido ao mesmo tempo em que tenta manter a fé no futuro da Humanidade, mas após serem emboscados pelo homem que os contratou, ela está prestes a desistir, até que surge mais uma imortal, Nile, uma jovem soldado do exército dos Estados Unidos da América. É necessário ajudar Nile a lidar a com a sua nova condição ao mesmo tempo em que o grupo tem de lidar com um inimigo que os quer capturar a todos e usá-los em bizarras experiências científicas para descobrir o segredo da imortalidade.
The Old Guard é mais um filme original da Netflix que tem tudo para dar origem a, pelo menos, uma trilogia que nos conte a história de Andy e do seu grupo, até porque o final deixou um excelente gancho para o próximo filme.
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As duas protagonistas de The Old Guard. |
Um dos pontos mais interessantes deste filme é que foi protagonizado por duas mulheres o que é bastante raro em obras deste género. Sendo a personagem de Andy (Charlize Theron) devidamente explorada ao longo de quase três horas de filme, o que talvez tenha retirado alguma da ação imparável que muitos esperavam assistir neste filme, mas que criou toda uma envolvência crucial para sentirmos a devida empatia por uma personagem tão complexa quanto poderosa.
As cenas de luta protagonizadas por Charlize Theron estão soberbas e devem encher os olhos de qualquer apreciador do género. Como costumo dizer, esta bela atriz consegue fazer de modo inigualável qualquer coisa que se proponha a fazer!
O melhor: A diva Charlize Theron é tudo quanto baste para fazer este filme valer a pena.
O menos bom: Talvez não tenha tido tanta ação quanto a desejada, mas mesmo assim todas as suas cenas de ação estavam excelentes.
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Comentários
Oi, Sónia tudo bem? Eu tenho curiosidade de assistir este seriado e, ao ler sua resenha fiquei ainda mais interessado. Me parece uma série maravilhosa. Beijo!
ResponderEliminarhttps://lucianootacianopensamentosolto.blogspot.com/
Oi Luciano :)
EliminarÉ uma obra muito interessante, mas não se trata de uma série e sim de um filme, se bem que tinha ficado muito melhor se tivessem criado uma série. Em vez disso vão produzir uma trilogia de filmes...
Beijo